Passados três anos, a TAP volta a Guiné-Bissau

Só quem passou pelo penoso via Marrocos através da sua companhia aérea Air Maroc, sabe o quanto foi custoso esse cancelamento. O incidente de Dezembro de 2013, que foi classificada como “acto semelhante ao terrorismo” contínua por explicar, e não houve nenhuma diligência judicial na Guiné-Bissau até aos dias de hoje. Em novembro 2014, a companhia privada EuroAtlantic, pertencente ao Grupo Pestana, deu uma mãozinha para a satisfação e comodidade de todos os guineenses que já efetuaram voos diretos entre Lisboa e Bissau. Sabe-se que existia um acordo entre os Serviços [...]